A ocorrência de pulgas no ambiente pode causar diversos transtornos à saúde humana e animal, sendo considerada um importante problema sanitário. As pulgas são insetos ectoparasitas hematófagos, que se alimentam de sangue e possuem alta capacidade de reprodução e disseminação.
Atualmente, são conhecidas cerca de 2.500 espécies e subespécies de pulgas em todo o mundo. No Brasil, a espécie mais comumente encontrada em ambientes urbanos é a pulga-do-gato (Ctenocephalides felis), que também infesta cães, residências, canis e outros locais com presença de animais. Historicamente, houve grande preocupação com a pulga-do-rato (Xenopsylla cheopis), responsável pela transmissão de doenças graves, como o tifo murino e a peste bubônica. Outra espécie de relevância é a Tunga penetrans, popularmente conhecida como bicho-de-pé, que penetra na pele humana e pode causar complicações locais.
Além do risco de transmissão de doenças, as pulgas provocam incômodos secundários, como coceiras intensas, dermatites, eczemas e reações alérgicas. Em infestações mais severas, especialmente em animais de pequeno porte, podem causar anemia, perda de peso e comprometimento do bem-estar, exigindo intervenção imediata.
A identificação correta da espécie de pulga é o primeiro e mais importante passo para o controle eficaz da infestação, pois cada situação exige métodos e produtos específicos. O controle profissional de pulgas deve ser realizado por empresa especializada, utilizando técnicas adequadas para interromper o ciclo biológico do inseto e garantir a segurança do ambiente.
Se você identificou a presença de pulgas ou deseja orientações sobre prevenção e controle, entre em contato conosco. Nossa equipe técnica está preparada para oferecer soluções eficientes, seguras e personalizadas.
Fonte: GENNARO, Marcos (coord.); MENDONÇA, Bruno F. (coord.). Manual de controle de vetores e pragas sinantrópicas. 1. ed. São Paulo: APRAG, 2016.
