Os roedores são mamíferos extremamente habilidosos e adaptáveis, com ampla distribuição mundial. Diversas espécies estão diretamente associadas à transmissão de doenças ao ser humano e aos animais domésticos, representando um importante problema de saúde pública, sanitária e ambiental.
Os roedores sinantrópicos, ou seja, aqueles que convivem no mesmo ambiente que o homem, são classificados em duas categorias principais: roedores silvestres e roedores urbanos. Os roedores silvestres estão associados à transmissão de doenças como a hantavirose, enquanto os roedores urbanos possuem maior relevância epidemiológica, sendo responsáveis principalmente pela disseminação da leptospirose e da peste, além de outras enfermidades como tifo murino e salmonelose.
Esses animais apresentam sentidos altamente desenvolvidos, com destaque para o tato (por meio dos pelos sensoriais), audição, olfato e paladar, que auxiliam na exploração do ambiente e na busca por alimento. A visão é limitada, porém os roedores são extremamente sensíveis às variações de luminosidade, o que lhes confere rápida percepção de movimentos, tornando-os difíceis de serem controlados sem técnicas adequadas.
No Brasil, existem três espécies de roedores consideradas pragas urbanas de maior importância:
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Rattus norvegicus – popularmente conhecido como ratazana ou rato-de-esgoto;
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Rattus rattus – conhecido como rato-de-telhado ou rato-preto;
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Mus musculus – conhecido como camundongo ou catita.
O controle eficaz de roedores depende do conhecimento detalhado da biologia, hábitos e comportamento de cada espécie, permitindo a definição de estratégias específicas e direcionadas. A prevenção é considerada a melhor forma de controle, por meio de medidas integradas que envolvem manejo ambiental, vedação estrutural, monitoramento e intervenções técnicas, sempre realizadas por empresa especializada em controle de pragas.
Se você identificou sinais de roedores ou deseja orientações sobre prevenção e controle, entre em contato conosco. Nossa equipe técnica está preparada para oferecer soluções eficazes, seguras e personalizadas para cada tipo de infestação.
Fonte: GENNARO, Marcos (coord.); MENDONÇA, Bruno F. (coord.). Manual de controle de vetores e pragas sinantrópicas. 1. ed. São Paulo: APRAG, 2016.
